São 21h47. E você ainda está respondendo mensagem.
O último paciente saiu há uma hora. A secretária já foi. Mas o celular não para: "qual o valor da consulta?", "vocês atendem meu convênio?", "tem horário na quinta?". Você responde o que dá conta. Amanhã, três pessoas que escreveram hoje não vão ter resposta a tempo. Duas delas vão marcar com outro médico. E você nunca vai saber que elas existiram.